Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz de cinema, está em "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini), e outros. Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura), diversos comerciais e videoclipes musicais. Também é apresentadora e videomaker (roteiriza, dirige, atua e monta os próprios filmes). Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Estreia em 2017: série de TV "África da Sorte" (TV Brasil) e curta-metragem "Causa Mortis", de Luiz Rodrigues. CONTATO (cinema, televisão e teatro): brenda.ligia@hotmail.com

23 de julho de 2014

Sangue Azul estreia no Festival de Cinema de Paulínia

Eu nunca tinha mergulhado em Fernando de Noronha até o momento em que fui convidada pelo cineasta Lírio Ferreira para atuar em seu novo longa-metragem “Sangue Azul” (inédito), que estreia no cinema esta semana, competindo no Paulínia Film Festival.
Foi uma experiência intensa. Recomendo aos corajosos, mas não me chamem! Confesso: temi por um eventual piripaque subaquático. Ao mesmo tempo, foi um lindo e inesquecível espetáculo. À época, registrei as seguintes impressões, completamente narcosada com a embriaguez das profundezas...
Mergulho em Fernando de Noronha (Brenda Ligia e Márcio Lisboa)
“Era dezembro e fazia sol na ilha tropical. Borboletas ventavam no estômago da mulher, que, sem pensar, pulou. Com tudo, se jogou. Pesada, afundou.

Primeiro, os pés. Pouco seguros.

Daí, o corpo. Com a alma toda lá dentro, jorrando líquida, quase eufórica.

Por fim, a cabeça. Gorda, faminta de vontades e medos. Pensa.

Eu, surto. Ela, Mente.

Respirei ar seco, bolhas e dúvidas. A luz superior ofuscou minha falsa coragem. Então, enxerguei as algas todas, leves, dançando valsa úmida ao balanço das águas... bonito espetáculo, o fundo do mar!

Meu quase-livre-arbítrio sorriu por dentro. Olhei o peixe das cores mais belas do mundo, os corais formando núcleos de poesia, as tartarugas majestosas que desfilavam sua pompa... encanto, pureza e magia. Tudo era vida!

Quando notei que naquele mundo azul reinava a harmonia suprema, me senti tão grata e viva que até me afoguei em paz. Aí sim, valeu.”

Por Lenda Brígia ou Brenda Ligia

Sexta-feira, dia 25 de julho de 2014: estreia de “Sangue Azul” no Festival de Cinema de Paulínia.

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