Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival CinePE 2017. Estreias: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa/ Macondo Filmes SP); “Causa Mortis” (curta/ LRJ Filmes), “África da Sorte” (série/ TV Brasil), “15 Segundos” (longa/ prod.: Antonio Fagundes). Brenda está nos longas “Todas as Cores da Noite” (Pedro Severien), “As Melhores Coisas do Mundo” (Laís Bodanzky), “Sangue Azul” (Lírio Ferreira), “Bruna Surfistinha” (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão “Sob Pressão” (Rede Globo), “A Mulher do Prefeito” (Rede Globo), “Beleza S/A” (GNT), “9mmSP” (Fox), “Somos Um Só” (TV Cultura). Formada em Comunicação Social na Faculdade Oswaldo Cruz/ SP. Cursou Técnico Profissionalizante em Teatro no Teatro Escola Macunaíma/SP. Em Teatro, foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida”. Cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Idiomas: Português, Inglês, Francês. Publicidade: Vivo, Santander, Sebrae, Coca-Cola, Mc Donald’s, Nossa Caixa, Nestlé, Nextel. Também APRESENTADORA e videomaker. CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

26 de fevereiro de 2009

Bloco Vai Quem Quer - Carnaval 2009

MADRINHA DE BATERIA?!Em São Paulo: concentração na Praça Benedito Calixto, Vila Madalena, com tour pelas ruas de Pinheiros; voilà o tradicional bloco de carnaval de rua, com uma safra consagrada de músicos e mestres. Só marchinhas de carnaval! Todos cantam, dançam, se divertem... uma energia alucinante!

DESCOBRI QUE AMOOOO TOCAR SURDO! Toquei nos três últimos dias... não queria mais parar. Nunca tinha passado o carnaval aqui em São Paulo. Fui pela primeira vez no sábado, segunda no domingo, terceira na segunda, e quarta na terça... ADOREI!!!
Simplesmente incrível... não dá pra expressar com palavras. Ainda bem que existe VÍDEO... pra isso, veja!



VALE MUITO!
E foi tudo lindo... tudo graças ao Edu. Ponto.

12 de fevereiro de 2009

Prezada Solange Couto

Hoje à tarde senti na pele o que aconteceu com você, menina.

Saí de casa praticamente "de mãos abanando": sem bolsa, carteira, nada. Apenas com aquele plastiquinho (ou plasticozinho!) do cartão de débito, sabe? Pois bem.

Na minha vila, tem o restaurante do Seu João, que faz comida caseira. E lá estava eu, hoje à tarde, antes de acontecer o ocorrido.

(agora, redobre a atenção, Solange Couto, pois se trata de raciocínio logicamente estatístico)

Lá comprei três coisas:
-minha marmita, com bastante beterraba, brócoles e carne vermelha, que é pra curar a tal da anemia que a doutora falou que eu tinha (MENTIRA DELA!)
-um picolé mega recheado de baunilha e com cobertura de chocolate crocante
-e um refrigerante caçulinha, pra presentear meu irmão que trabalha no banco da esquina.

Ah, mas pra quê! Foi dada a largada. Rumo à difícil missão de entrar no banco da esquina, caminhar 10 metros, entrar na sala do irmão bancário, deixar o refri caçulinha pra alegrar o dia dele, e sair pela mesma porta giratória que tanto cisma comigo, distribuindo sorrisos a todos os clientes transeuntes!

Resumindo a história (porque se deixar, rola resenha até umas horas, Solange...): o segurança não me deixou entrar, porque disse ser proibida a entrada de marmita, por causa do alumínio.

(proposta para o serviço de apoio ao cliente: providenciar lindas tupperwares coloridas para serem distribuídas à porta. Hã?)

Pediu para eu guardar minha humilde marmita suada no guarda-volumes da entrada. Voltei, abri o armário. Cadê a chave? Não tinha. Voltei pra giratória:

_Onde ficam as chaves, moço?
_Não é com chave, é com o cartão do banco.

Ou seja: eu não tinha um cartão daquele banco. Eu não estava ali pra investir, e sim para deixar o refri caçula pro meu irmão, quase caçula. Moral da história: "só os correntistas almoçam quentinhas".
(nossa, parece título de porno-chanchada, com o Nuno Leal Maia! hahaha)

Voltei pra tal da porta. Aí, nesse ponto, Solange, confesso que já estava começando a espumar. Pensei em você na hora, juro! (JURA!) Fiquei plantada na entrada, disposta a não sair. Barack Obama veio à minha mente, também. YES, WE CAN! Ah, nunca estive tão anárquica! Solange, querida, você nos libertou a todas nós!
E eu, decidida, determinada a entrar naquele banco e entregar o refri caçulinha pro meu irmão nem que fosse a última coisa que... ah, exagero. Bobagem.

Enfim: me pus de um jeito que a fila de gente que esperava pra SAIR do banco não conseguiria se mover, a não ser que eu entrasse. Essa era minha estratégia: vencer o adversário tendo-o sob pressão social! hahaha (risada maligna, de bruxa). Dois clientes na fila pra sair.

Então o segurança pediu para eu pendurar a sacola-marmita na alça da porta giratória. Ah, que saco... de novo, esse papo? A gente já sabe que são ELES que apertam o botão pra bloquear a gente. Sim, porque passou no Fantástico. Resolvi obedecer, mesmo assim... mas... a alça da sacola não passava pelo (cabeção do) sorvete! Oh céus! E o picolé já estava sem embalagem, logo, não podia ser confiado à qualquer superfície insalubre, ora bolas! O que eu faria? Hã?

Enquanto eu pensava, ninguém saía. O sorvete ia começando a derreter. A baunilha ali, querendo pingar. E a casquinha crocante prestes a cair. A situação ia ficando grave, tensa... mais duas clientes na fila pra sair. E eu simplesmente não arredaria o pé de lá!
Foi então que senti um cheiro de gasolina; veio chegando um motoboy, com perfume da Avon (sabe, deo-colônia?). Aliviada, pedi para que segurasse meu picolé por um instante. Ele tirou as luvas de couro, sujas de graxa (essa parte já tô inventando... pra dar mais cor pro caso, sabe?!) e segurou meu picolé. Pendurei a alça da sacola da marmita na haste da porta (na outra mão, o caçula perseverava). Resgatei meu picolé. Agradeci com um sorriso estressado. Girei a porta.

ENTREI! (matrix)

(mas juro, JURA... não entendi até agora a lógica do segurança: quer dizer que não é permitida a entrada de marmitex, a não ser que venha pendurado na própria porta giratória??? Hein?!)

Andei até a sala do meu irmão, e seu colega de trabalho disse, ao me ver:
_O Arthur não está... horário de almoço.

FIM.
É de PASSAR MAL!
PS1.: No final das contas, Solange, foi até bom não ter ficado de calcinha, hoje, na agência da vila. Porque a depilação tá marcada é pra sexta; amanhã! Sou louca mas não rasgo dinheiro. haha

PS2.: E outra: ainda bem que meu irmão não estava no banco. Senão, imagine a vergonha, tadinho do bichinho... sangue do seu sangue dando chilique na porta do trabalho, aff! Quem merece?

PS3.: E, no fundo, no fundo, eu sei que não deveria reclamar pela fiscalização ser severa... afinal, se EU tenho dificuldades de entrar com o alumínio de uma quentinha suada, imagine então o bandido que tentar entrar com um três oitão... cruz-em-credo! Ou seja: meu irmão está seguro. (pensamento à La Gasparetto, adooooro!)
AGORA SIM, fim...

9 de fevereiro de 2009

tópico para AUTO-AJUDA

LIÇÃO NÚMERO UM: como não se sentir ridícula com aqueles horríveis e incômodos óculos de visão 3D, do cinema Imax do shopping Bourbon. Exercendo sua auto-confiança (pais e filhos).

Minha vivência pessoal sobre o filme DEEP SEA: me diverti bastante -valeu, Gábi!- mas achei o filme curtíssimo. A experiência é muito mais sensorial do que propriamente "assistir a um filme no cinema". Quando devorei alguns blocos de Diamante Negro (ou "Diamante Afro-Descendente", como diriam alguns "etnicamente corretos", hahaha!) e afrouxei a alça do meu frente-única (ai, como pesa!), surgiram os créditos na telona. Hã? Acabou. Era isso, mesmo. Acordaram as crianças. Nos levantamos. Todos com a parte superior do nariz marcada pelo acrílico. Dói!

Na hora do Batman, melhor comprar ingresso bem pro meio da sala, pois nos sentamos muito à frente. De qualquer forma, valeu! Foi o melhor que o domingo chuvoso, em família, poderia proporcionar. Obrigada!

TRABALHO: vídeo novo (FICTV Mais Cultura)

Apresentadores: Brenda Ligia & Danilo Sacramento
Diretor: Ricardo Pompeu (Ludo)
EDITAL FICTV - Mais Cultura *TV Brasil, Amigos da Cinemateca, Ministério da Cultura*



O Edital de Seleção Pública FICTV/Mais Cultura é voltado para projetos de produção de minisséries, com 13 episódios de 26 minutos de duração cada, que proponham uma visão original sobre a juventude brasileira das classes C, D e E. As minisséries serão exibidas nas emissoras da Rede Pública de Televisão.
Na primeira, de Desenvolvimento de Projeto Técnico de Realização de Minissérie, serão selecionados até oito projetos, que receberão R$ 250 mil, cada um, para executar o plano de desenvolvimento do projeto da minissérie, que inclui a produção do episódio piloto. Os pilotos serão exibidos nas emissoras públicas de televisão, e serão submetidos a uma análise de performance.
Este vídeo na íntegra no site:
http://fictv.cultura.gov.br/

COMERCIAL DE TV -LOJAS ESKALA




CINEMA (CURTAS)- VIDEOBOOK




TV- NOSSA CAIXA




COMERCIAL DE TV - NEXTEL




ESQUETE DE COMÉDIA - TEATRO




COMÉDIA




TV- CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA




TV - NESTLÉ (e ROBERTO CARLOS)




MTV - VINHETA (trilogia - EXERCÍCIO DE LEVITAÇÃO)




HUMOR- VOVÓ E PAULINHO




VIDEOCLIPE DO MUNDO LIVRE SA




TV BRASIL - 25 E OSCAR FREIRE




MONÓLOGO - RNAB


poesia



A fúria da natureza é a única certeza
Destelha casas, almas, fortunas
Esbugalha olhos, varre tudo
Deixa limpo o imundo; move o mundo
A chuva levou minha mágoa pelo ar
Minha água regou, fez a noite clarear

(essas palavras brotam soltas, estreitas, tal qual Drummond
É a retórica da minh'alma imperfeita, não importando se é ruim ou bom)

E a chuva me trouxe a poesia; a solidão, a vida, a alegria
"Fique seguro, meu amor, meu querido; Só confie no meu sexto sentido
Sei que alagou toda a marginal; Pinheiros, Tietê, Mofarrej e a Radial
O bueiro tá entupido, amor; é um lixão
Pós-tempestade tem calmaria, e dias melhores virão
Basta a gente acreditar, amor, é só querer
Nesta vida, a chuva mostra que o amor vai florescer"
Escrito por Brenda Ligia, na hora em que a chuva caiu feito pé-de-toró. Deu medo.

(inspirado na frase de Cyro Bittencourt -"O AMOR MOVE TUDO")

7 de fevereiro de 2009

A FESTA

Anteontem fui a uma festa de aniversário (não o meu). Bia fez 4 anos... e que festa! Pra começo de conversa, o dia estava bastante agradável; dava até pra sentir aquela brisa fresca beijando o rosto. Da entrada já senti o delicioso aroma de crepe de queijo... feitinho ali, na hora. Ao lado, o stand de mini-pizza e também o de pasta (molhos branco e sugo, mmm).

Entrei, juntamente com meus amigos-sobrinhos Dora, de 2 anos, e Theo, que tem 3. E claro, com a mãe deles (minha cunhada Gabi Quiamo). Seus olhinhos pequenos olhavam o novo... olha, quanto balão! Tinha bexiga em formato de coração! (você já viu?)

A mãe da aniversariante veio nos recepcionar; uma fofa, ela. E lá estava sua filha... a princesa Bia. Linda de viver: com um vestido longo, rodado, rosa choque (não provoque!), todo trabalhado em cetim e detalhes coloridos, manguinha bufante, babados e tules; Bia tinha minha cor preferida, o lilás, coroando a cabeça. E no topo da coroa, uma pedra escarlate que, certamente, tinha superpoderes! - (coisa que só quem é princesa tem). Ah, claro: e também longas tranças. Duas. Não, não era Rapunzel.

E Bia, felicíssima, rodopiava. E sorria. E mandava. E comia. E bebia suco. E falava. Era realmente uma princesa (putz grila... qual era mesmo o nome da princesa? É uma dessas princesas novas, que não são da minha época... será que é da Disney?). E afinal, é mesmo a Disney (ou melhor, O Disney!) que inventa princesas? Se não, quem é? Na minha época só existia a Branca de Neve, Cinderela e Rapunzel. Hoje em dia tem Jasmine, Mulan e Ariel.

Dora, Theo, Luísa e Helena se esbaldavam no grande pote de confeitos de chocolate La Vie En Douce, ali, disponível sobre a mesa de bolo e doces, quando, de repente... muvuca no jardim do salão de festas. O que seria? Fomos nos aproximando, e... coelhinhos! Ali, dentro do cestinho. Dois. Os focinhos tremendo de nervoso. E a criançada toda em volta. Querendo pegar. Querendo passar a mão. Querendo levar pra casa pra brincar. Ali do lado, na gaiola, duas pombinhas coloridas (uma azul e outra rosa -menino e menina?).

E a festa estava ótima. Crianças lindas, saudáveis, felizes! Dava gosto vê-los brincando no parquinho (sim, tinha parquinho de grama bem tratada, sem tufo de terra). Gangorra, balanço, trepa-trepa, escorregador... que festa!

Ali à frente, um salão de brinquedos! Ah... era demais! Lá dentro, vários carrinhos (sabe?, daqueles grandões, pra criança sentar e sair pedalando para dirigir) para todos os gostos e tamanhos (claro que tinha um rosa; de princesa!). E motocas. E jogos. E uma cabaninha camuflada, do Gugu. E uma caixa cheia de "pormenores"... afinal, só um menino sabe o verdadeiro valor de um bonequinho do homem-aranha de 5cm! (deve ser equivalente a uma barra de ouro de 5kg e 18k)

No salão de brinquedos (quase um paraíso!) me sentei com meus amiguinhos Dora e Theo. Nos divertimos bastante. Theo ao pianinho em forma de sapo, Dora na voz... um sucesso. O salão parou para ouvi-los em sua performance. Quer dizer, só as babás pararam. Pois as outras crianças brincavam, ocupadas.

Eu sentia os olhares das babás esquentando minha nuca. Todas de branco, em pé no salão, com os cabelos alinhados num coque atrás da cabeça. Clean. Mas clean até demais, sabe? Sim, porque acho que a criança quer (e gosta, precisa de) alguém que se jogue no chão com ela. E brinque. E não tenha medo de sujar a calça branca. E cante. E ajude a levantar depois da queda (ah, tinha uma mini cama-elástica; fez o maior sucesso!).

As nannies me olhavam e não sabiam ao certo o que eu era... o que estava fazendo ali. Por que estava de azul marinho, e não de branco, como diz a regra (regra de quem? Só de suas patroas, mesmo! Alô-Alô, patroa: babá boa não usa branco!). Acho que pensavam no porquê de eu estar me divertindo de verdade, ali com os pequenos. Seria meu salário beeem mais alto que o delas? Sim, pois ali todas estavam trabalhando. Eu, não.
[Isso até me preocupou ligeiramente, pois se um dia eu tiver uma babá para o(s) filho(s) que eu venha a ter, faço questão de que seja uma que se divirta de verdade, e não apenas trabalhe para ganhar o salário. Ah, e é fundamental não usar roupa branca!]. Ah, CLICK, agora tá explicado! Por isso que a mulher de Macau (uma das convidadas que conheci na festa, com quem conversei um pouco), recém-chegada ao Brasil há 1 mês (era chinesa, por isso não entendi seu nome) disse que "queria saber cuidar dos próprios filhos assim como eu". Tomei como elogio. E sorri!

E nos divertimos muito, foi ótimo. Crianças são as melhores companhias que alguém pode querer. São os seres mais puros e desprovidos de interesse. Vinde a mim as criancinhas, amém.

Hora de entrar no salão: o teatrinho ia começar, O-BA! Montaram tudo. Um painel, cenário lindo... de fadas e princesas! As pombinhas coloridas participavam da encenação. Vieram cachorrinhos poodles adestrados, de sainha (uma rosa, outra azul, claro).

Quem fez essa animação foi a Caramelo Festas, que, segundo a tradição familiar, tinha feito a festa de 4 anos da mãe Carole (que estava também vestida de princesa, com mais pinta de rainha, linda de viver!), e anos depois, naquele dia, fazia também a da filha. E a Caramelo abriu um saco de fantasias e convocou todas as princesas e príncipes que estavam ali, adormecidos dentro de cada criança. Meninas e meninos avançaram. Mães e babás ajudavam a vesti-los. Logo, a festa parecia um reino encantado! Lindo de se ver. Lúdico. Belo. Simples!

Eis que uma cabeça de dragão apareceu no topo do castelo cênico. Os príncipes, sob comando, ergueram suas espadas contra o feroz animal, para salvar as princesas (acho que era isso, não sei direito... porque nessa hora a Dora quis passear lá fora, e eu a seguia, à espreita). Ela só voltou à cena na hora do ápice, o clímax geral: Cocoricó em fantoche! Alegria GE-RAL. A galinha Lilica e o cavalo Alípio foram os mais aclamados. Algo assim, equivalente a ser aplaudido de pé, por uma multidão extasiada...

Resumindo: palmas, parabéns, mais palmas, bolo, doce, lembrancinha, despedida, chuvinha fina... Partimos, felizes, repletos, com a alma lavada pela garoa de fim de tarde de quinta-feira. Acho que a Dora, o Theo, e talvez até mesmo a Bia poderão lembrar desse dia por alguns anos, sempre que olharem as fotos tiradas. Mas quanto a mim, nunca esquecerei essa festa. De tão linda que foi.

CULPADA!

OS PARABÉNS

Faltei na minha própria festa de aniversário. Quer dizer, até fui até a porta. Mas era tarde demais; meus convidados tinham ido embora. Então fui embora com meu namorado. Tomamos uma cerveja no Empanadas e depois fomos pra casa dele.

PS.: Tenho um histórico... de ausência na minha própria festa de aniversário. E agora todo mundo me odeia por isso
PORQUE FALTEI.