Brenda Ligia
Cris Lago
Deborah Secco
Drica Moraes
Erika Puga
Fabíula Nascimento
Simone Iliescu
Longa-metragem "O Doce Veneno do Escorpião" -Bruna Surfistinha
Brenda Ligia
Cris Lago
Deborah Secco
Drica Moraes
Erika Puga
Fabíula Nascimento
Simone Iliescu
Longa-metragem "O Doce Veneno do Escorpião" -Bruna Surfistinha


.jpg)
.jpg)
Sobre a atriz de nome ÉRIKA PUGA. Eu já sabia que a bicha era danada de talentosa, pois somos colegas de elenco no Doce Veneno do Escorpião - ela é "my favorite quenga-girl". No Brutal, sua personagem Sol ("nome besta?!"), meio hiponga, grávida, de fala cansada, quase afônica, apaga por completo a Érika Puga que outrora existiu naquele corpo de pernocas bem torneadas que Deus deu à moçoila. Tamanha a verdade. Causou-me arrepios ao debulhar-se em lágrimas, tendo uma crise de choro por causa do tal do Estevão. Sofri junto, ali. Bom, tem que assistir pra saber; não sou pângua de contar o final... que é, aliás... SENSACIONAL! De arrepiar! De chorar! Valeu, com mensagem. Eu gosto assim, pronto-falei.
Mudando de pato pra ganso: meu primeiro trabalho remunerado como atriz foi há uns 5 anos (ou mais?). Era um filme pro canal TNT, projeto 48 horas. No elenco, fazendo o papel da mal-humorada, Martha Nowill. A mesma Martha que, ontem, lindamente, alcançou a glória com sua personagem Glória, que fez caber cada palavra, cada gesto, cada tempo... fino humor! Rara garota. A cena em que ela e Maria Manoella (a demônia Laís*, uaaaaau, incrível!) conversam à mesa é maravilhosa. Que jogo daquelas duas, um show! O texto, delicioso. Dá gosto de ver. E vontade de que não acabe nunca, pra gente morrer de rir forever... aliás, só de olhar pra Glória, já dá vontade de rir. A boca e as pernas que Martha construiu estão hilárias!
*O trabalho da Maria Manoella eu já conhecia, claro. Todo mundo conhece. Aliás, a vi fazendo teatro dentro do cinema, naquele longa lá (aliás, que loucura deve ter sido isso, hein? imagina...). Ela sabe fazer. Manda bem demais. Conhecedora, conhece. Eu também achei incrível o fato do Estevão conversar com o mar... por causa do brilho nos olhos dela! Linda, firme, bela, vamp.
Atriz-revelação: Luciana Caruso, vulgo Sininho (do Peter Pan, mesmo). Gente! Eu não tinha assistido Flores Brancas, não sabia que a Lu era tão boa! Ela sente, mesmo, a dor da sua personagem Bimba. Ela sofre, mesmo. Seu vazio é sem igual. Desleixada. Dá pra ver que fez um trabalho impecável... a Lu é uma grande atriz. E o povo quer saber: o que ela cheira no começo do espetáculo?
Daí tem a Cacá (Carolina Manica). Que conheço não sei como, não sei de onde... mas conheço. Sua personagem Toy, Toyzinha, porque "é o brinquedinho de mami e de papi" (gente! impagável! Quanta coisa ótima nesse texto, benza Deus!), passa por diversas curvas fásicas ao longo do show (sim, foi show!). Foi uma delícia ver ali, num instante inicial, uma Toy leve, nas nuvens, flutuante, meninota; para no final a mesma ressurgir minúscula, encolhida, trêmula, sem eixo. Nossa... ela transpirava seus sentimentos. E estes respingavam no público. Todos sentiam asco do Trolha por causa dela, da expressão e da linguagem corporal dela. Todo mundo embarcava junto. E a cena da Coca-Cola?! Ah, um primor! Mais um clássico!
Parabéns aos atores. Um deles (o que faz o Trolha) protagonizou o curta noir O PACOTE (de Marcel Carneiro); foi prontamente reconhecido logo no primeiro instante da peça, pelo mesmo, na plateia. Tem razão em abrir o espetáculo com ele: poucos seguram, com nobreza, o que ele faz com destreza. Forte veia cômica. Ótimo. Grotesco. Pesado. Sua cena deitado sobre a mesa tem que se tornar um clássico, também! Mais ninguém faria como ele fez.
Estevão é curioso. Embora a peça se dê em torno dele, o mesmo permanece às margens dos acontecimentos. Eu acreditei na veracidade da Legião do Amor quando Estevão, embalado pela música envolvente, abraçava suas fiéis (supostamente) e pregava a proximidade entre aqueles que são semelhantes.
.jpg)