Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz de cinema, está em "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini), e outros. Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura), diversos comerciais e videoclipes musicais. Também é apresentadora e videomaker (roteiriza, dirige, atua e monta os próprios filmes). Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Estreia em 2017: série de TV "África da Sorte" (TV Brasil) e curta-metragem "Causa Mortis", de Luiz Rodrigues. CONTATO (cinema, televisão e teatro): brenda.ligia@hotmail.com

29 de junho de 2014

Obsessão Infinita

Obsessão Infinita, de Yayoi Kusama tem entrada gratuita e fica em exibição até dia 27 de julho de 2014, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Sala de Espelhos Infinitos: Brilho e Vida
Yayoi Kusama, a mais proeminente artista japonesa viva desde 1929, atualmente vive voluntariamente numa instituição psiquiátrica no Japão, desde 77. 

"Loucura e arte não caminham necessariamente juntas. Mas, em determinadas circunstâncias, transtornos mentais podem abrir caminhos inusitados para a criatividade. Kusama sofre de transtorno obsessivo compulsivo e alucinações desde a infância. Sua mãe chegava a destruir seus desenhos, mas foram eles que a fizeram escapar do suicídio". 
(por Roberta Jansen)

Sala de Espelhos Infinitos: Campo de Falos

















"Artistas não costumam expressar seus próprios complexos psicológicos diretamente, mas eu adoto meus complexos e medos como temas. Fico aterrorizada só ao pensar que algo longo e feio como um falo me penetre, e é por este motivo que construo tantos falos… eu construo muitos e muitos deles e então continuo contruindo, até que me enterro no processo. A isto dou o nome de obliteração". 

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