Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz. Em 2018 estreia na série “Assédio” (Rede Globo), “África da Sorte” (TV Brasil), “Onde quer que você esteja” (longa), “Flores do Cárcere” (longa), “15 segundos” (longa), “Causa Mortis” (curta). Formada na Faculdade de Comunicação Social; curso técnico profissionalizante de Teatro (SP); curso superior na University of the West Indies (Trinidad & Tobago). 6 séries de TV (“Sob Pressão”/ Rede Globo; “A Mulher do Prefeito”/ Rede Globo); em cinema, 7 longas (“As Melhores Coisas do Mundo”/ Laís Bodanzky; “Bruna Surfistinha”); 10 curtas; 9 espetáculos teatrais; 10 campanhas (como apresentadora); 15 comerciais (publicidade, institucionais) e 8 videoclipes. Inglês fluente, francês avançado. Também diretora, roteirista e montadora de 5 curtas: “Aqui Jaz” (prêmio ‘melhor atriz de curta’ p/ Brenda Ligia no CinePE 2017), “Rabutaia”, entre outros. Contato: brenda.ligia@hotmail.com

29 de junho de 2014

Obsessão Infinita

Obsessão Infinita, de Yayoi Kusama tem entrada gratuita e fica em exibição até dia 27 de julho de 2014, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Sala de Espelhos Infinitos: Brilho e Vida
Yayoi Kusama, a mais proeminente artista japonesa viva desde 1929, atualmente vive voluntariamente numa instituição psiquiátrica no Japão, desde 77. 

"Loucura e arte não caminham necessariamente juntas. Mas, em determinadas circunstâncias, transtornos mentais podem abrir caminhos inusitados para a criatividade. Kusama sofre de transtorno obsessivo compulsivo e alucinações desde a infância. Sua mãe chegava a destruir seus desenhos, mas foram eles que a fizeram escapar do suicídio". 
(por Roberta Jansen)

Sala de Espelhos Infinitos: Campo de Falos

















"Artistas não costumam expressar seus próprios complexos psicológicos diretamente, mas eu adoto meus complexos e medos como temas. Fico aterrorizada só ao pensar que algo longo e feio como um falo me penetre, e é por este motivo que construo tantos falos… eu construo muitos e muitos deles e então continuo contruindo, até que me enterro no processo. A isto dou o nome de obliteração". 

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