Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival Cine PE 2017 (Mostra Curtas PE). Estreias em 2017: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa da Macondo Filmes/SP); “Causa Mortis” (curta da LRJ Filmes/PE), “Sob Pressão” (série da Rede Globo/ direção: Andrucha Waddington) e “África da Sorte” (série da TV Brasil/direção: Renata Pinheiro). Brenda está nos longas "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura). Também é apresentadora e videomaker. Protagonizou comerciais e videoclipes musicais. Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. Foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida!”. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

15 de abril de 2010

Expectativa

Pra ver alguma coisa possivelmente dar errado é só botar muita expectativa. Ontem fui ao cinema pra assistir ao filme "O segredo dos seus olhos", crente que veria algo estupendamente espetacular. Foi o que tantos disseram, e eu cri.

Começou. E nada. Cena vai, cena vem. E não começava. Eu lá, esperando. Otimista, cheia de expectativa. "Deve ser um filmaço!", pensava comigo. E nada.
Um barulhinho começou suave e foi subindo o tom: era meu namorado roncando baixinho, à vontade na poltrona. "Eu entendo", pensei, sobre sua jornada da sétima arte direto pro oitavo sono.
Enquanto isso, na tela, Ricardo Darín, com aquela cara inchada de cachaça (mas parece!), escrevia um livro sobre um assassinato que nunca saiu da sua cabeça... investigação, traminhas baratas. O filme todo em flash back. Não que eu tenha algo contra flash back, imagina. Até gosto. Minha bronca é com todo o resto do enredo, mesmo.


Aí chegou a hora de alguma revelação. Silêncio total na tela, no cinema... e o ronquinho do meu bem ecoava pelas fileiras. Dei-lhe uma leve cutucada. Ele logo acordou e perguntou:
-O que foi (interrogação)

PS.: Ainda não achei o ponto de interrogação no meu teclado. Estou, desde dezembro de 2009, sem fazer perguntas. Se alguém souber como colocar este acento, por favor escreva para brenda.ligia@hotmail.com - o modelo do meu lap é DELL Inspiron, se é que isso é um dado essencial. Obrigada!


Concluindo a história: em nenhum momento eu quis que "O segredo dos seus olhos" acabasse logo, pois minha esperança ainda dizia que algo surpreendente iria acontecer para justificar tanto barulho em volta do filme (olha a expectativa lá no alto!). É claro que é bem conduzido, tem ritmo, tem um plano sequência que é de impressionar (surreal)... mas não me tocou. E olha que ganhou Oscar de melhor filme estrangeiro e tudo! Tá vendo só, como nem tudo que reluz é ouro...

7 comentários:

Astrid disse...

Pois é, Brenda... Eu até que gostei, mas, no meu caso, o cinema argentino pode estar a provocar uma baita contra indicação... :)))

Beijos, flores e estrelas *****

Bruna Palmeiro. disse...

Oi, bonita! Obrigada pelo comentário. Você é atriz, né? Aonde mora? Também sou, podemos trocar figurinhas.

Astrid disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ozeniccy disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ozeniccy disse...

Realmente esse lance de expectativa ante algum evento da vida é um lance complicado pois, em boa parte, ficamos frustradas.

Seu blog é muito bom...

Um abraço e sucesso em sua carreira!

Ozenice Almeida
www.evangelismoelouvor.com
(Quando puder, e bem lhe parecer, passa em nosso blog)

Vivendarte disse...

Nem tudo que reluz é ouro mesmo!
Pelo menos a minha concepção de melhor filme nunca ganha..kkk
Muito Sucesso e que a Fada do teatro sempre te abençõe!

Cliver disse...

Já me vi várias vezes em situações assim. Minha última decepção foi com "Festa da Menina Morta". Hoje desenvolvi uma espécie de "sensor crítico" que costuma me salvar dessas frustrações.