Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival Cine PE 2017 (Mostra Curtas PE). Estreias em 2017: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa da Macondo Filmes/SP); “Causa Mortis” (curta da LRJ Filmes/PE), “Sob Pressão” (série da Rede Globo/ direção: Andrucha Waddington) e “África da Sorte” (série da TV Brasil/direção: Renata Pinheiro). Brenda está nos longas "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura). Também é apresentadora e videomaker. Protagonizou comerciais e videoclipes musicais. Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. Foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida!”. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

4 de maio de 2014

Quando a banana vira coxinha

Minha querida prima Ana Maria Gonçalves (nossa escritora favorita!), com quem acabei de passar dias incríveis aqui em casa, está no Jornal do Commercio de domingo, na matéria "Quando a banana vira coxinha". 
'"Boa parte dos que aderiram a esta campanha que incentiva a impunidade de um crime deve se considerar um cidadão de bem, na luta contra o racismo, armados com uma banana justiceira", ironizou a mineira Ana Maria Gonçalves, num texto que foi ao ar no site Blogueiras Negras.'
Para ler o texto na íntegra, clique aqui:http://blogueirasnegras.org/2014/04/29/a-babanizacao-do-racismo/
Ana Maria Gonçalves em matéria do Jornal do Commercio ("Quando a banana vira coxinha")
Na mesma matéria, segundo Douglas Belchior
'"Banana não é arma e tampouco serve como símbolo de luta contra o racismo. Ao contrário, o reafirma, à medida em que relaciona o alvo a um macaco e principalmente à medida em que simplifica, desqualifica, e pior, humoriza o debate sobre racismo no Brasil e no mundo. O racismo é algo muito sério. Vivemos no Brasil uma escalada assombrosa da violência racista. Esse tipo de postura e reação despolitizada e alienante de esportistas, artistas, formadores de opinião e governantes tem um objetivo certo: escamotear seu real significado, que gera desde bananas em campo até o genocídio negro que continua em todo o mundo". 

Agora há pouco, em sua página no facebook, Ana Maria postou: 
"A matéria do Fantástico de hoje é revoltante. NENHUMA opinião contrária à campanha da banana. O narrador da matéria diz que 'é difícil discordar do discurso antirracismo da campanha somostodosmacacos'. Ou seja: não há voz contrária, não somos ouvidos, não chegamos lá. Os depoentes são Luciano Huck, Fátima Bernardes e Luana Piovani dizendo que 'a gente não aguenta mais essa história de preconceito'... (traduzindo: a gente não quer mais, mesmo, falar sobre racismo). É isso que a campanha propõe e que o Fantástico mostrou muito bem: uma banana para a punição do crime de racismo; sejamos todos fortes e perdoemos."

Até quando?! 

EU NÃO SOU MACACO! 

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