Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival CinePE 2017. Estreias: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa/ Macondo Filmes SP); “Causa Mortis” (curta/ LRJ Filmes), “África da Sorte” (série/ TV Brasil), “15 Segundos” (longa/ prod.: Antonio Fagundes). Brenda está nos longas “Todas as Cores da Noite” (Pedro Severien), “As Melhores Coisas do Mundo” (Laís Bodanzky), “Sangue Azul” (Lírio Ferreira), “Bruna Surfistinha” (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão “Sob Pressão” (Rede Globo), “A Mulher do Prefeito” (Rede Globo), “Beleza S/A” (GNT), “9mmSP” (Fox), “Somos Um Só” (TV Cultura). Formada em Comunicação Social na Faculdade Oswaldo Cruz/ SP. Cursou Técnico Profissionalizante em Teatro no Teatro Escola Macunaíma/SP. Em Teatro, foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida”. Cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Idiomas: Português, Inglês, Francês. Publicidade: Vivo, Santander, Sebrae, Coca-Cola, Mc Donald’s, Nossa Caixa, Nestlé, Nextel. Também APRESENTADORA e videomaker. CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

22 de maio de 2013

Quitéria

"Quitéria... mulher cisterna de paredes de visgo, capaz de prender um homem até seu último fim. Foi escrava até descobrir a força que tem entre as pernas. Parece ter sido feita para alimentar a humanidade com os peitos que possui."
Dia 09 de junho, às 20h, estreia nosso espetáculo As Confrarias, de Jorge Andrade. Direção: Antonio Edson Cadengue. Em cartaz de quinta a domingo, até 30 de junho, no Teatro Barreto Júnior. Peça inédita no Brasil. Censura: 16 anos. Cia Teatro de Seraphim. VENHAM TODOS!
Assista! Vídeo dos ensaios da peça As Confrarias: http://youtu.be/yPQl3hbN_WA


Anjo Negro de Mapplethorpe e Marta
"As Confrarias, peça eivada de erotismo, de religiosidade, de arte e política (e tudo isto muito bem entrelaçado), faz uma correspondência engenhosa com o ambiente histórico-social das Minas Gerais do século XVIII, quando se sonhava ardentemente com a liberdade, mas se vivia em verdade curvado sob o jugo da tirania do governo colonial português (e inglês, como pano de fundo) e da Igreja Católica.
Um rico balé gestual cheio de ademanes e reverências para acompanhar uma linguagem verbal que mais esconde idéias e intenções do que mostra." -por Catarina Sant'Anna


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