Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival Cine PE 2017 (Mostra Curtas PE). Estreias em 2017: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa da Macondo Filmes/SP); “Causa Mortis” (curta da LRJ Filmes/PE), “Sob Pressão” (série da Rede Globo/ direção: Andrucha Waddington) e “África da Sorte” (série da TV Brasil/direção: Renata Pinheiro). Brenda está nos longas "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura). Também é apresentadora e videomaker. Protagonizou comerciais e videoclipes musicais. Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. Foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida!”. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

10 de maio de 2010

Aleluia!

Nesse final de semana fiz duas coisas que há muito não fazia: a primeira delas, ir à missa. Fui e achei a igreja católica animada, alegre, cheia de música e cristãos fervorosos. Os telões da paróquia mostravam as letras das canções, pro povo cantar junto. Adorei: cantei. Até fechei os olhos na hora da "Aleluia".

A outra coisa que fiz foi batizar meu sobrinho amado: o bebê Paulo Henrique, fofo da titia-dindinha. O ritual do batismo envolve algumas etapas: o óleo no peitinho da criança, para blindá-la dos perigos e pecados; a água na cabecinha, para purificação; e a vela, cuja luz ilumina seu caminho pela vida inteira.

Embora eu já tenha uma afilhadinha, não me lembrava de muita coisa do rito do batismo. A gente se dá conta de como o tempo passa rápido quando marca um encontro com a afilhada no metrô e ela aparece pra te buscar DE CARRO. Sim, ela veio dirigindo e eu fiquei abestalhada. Aquela coisinha miúda cuja cabecinha inclinei sobre a pia batismal, em meados de 1992, tem a pachorra de dar uma buzinadinha e gritar "DINDINHAAA!" pela janela do carro. "Mas já... 18 anos!" - pensei e disse. Ela só riu o sorriso largo. Seu nome: Dayana Lóren (nome duplo é o que liga, ahá!), anjinho que parou de fumar há alguns meses. É.

Quando batizei a Dadá, eu era aborrescente e tinha cabelo black power. Naquela época era só chegar e batizar. Hoje em dia não; precisa fazer um curso de batismo, com 3 horas de duração, cujo certificado tem validade de um ano. Nós padrinhos somos lembrados de como devemos orientar a criança para a vida cristã. Então, Dayana, perdão: a dindinha falhou com você.

Minha mente voava pelo passado quando o ministro de batismo falou que os padrinhos deveriam ser responsáveis pela educação da criança pela vida inteira. Meu irmão então cochichou: "É isso aí, o padre quer dizer que você vai ter que pagar todos os boletos pra educação dele, até a faculdade!". Rimos, eu e meu irmão-agora-compadre.

Depois da cerimônia fomos comemorar o dia das 4 mães presentes, em clima gostoso de família feliz.

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