Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia é atriz, mestre de cerimônias, diretora, apresentadora e locutora trilíngue (inglês/francês). Como atriz, atuou em 15 longas, 12 séries de TV, dezenas de curtas e espetáculos. Prêmios/ ATRIZ -Prêmio de melhor atriz no Brazil New Visions Film Fest (2023) -Prêmio de melhor atriz no Festival Riba Cine RJ (2022) -Prêmio de melhor atriz no Festival CinePE (2017) Prêmios / Diretora: -Prêmio Diáspora no Silicon Valley African Film Festival (USA, 2020) pelo seu curta Contraste, lançado pela MídiaNINJA -Prêmio Empathy no Essential Stories Project USA (2020) pelo seu documentário Ilê -Prêmio Especial no Cine PE (2014) pelo seu documentário Rabutaia CINEMA Cidade; Campo (Berlinale) 2024, Amado (Globoplay, Telecine) Sangue Azul (Netflix), Bruna Surfistinha (Netlix), etc. TV Séries Além do Guarda-roupa (HBO Max), Assédio (TV Globo, GloboPlay), Sob Pressão (Globo), A mulher do prefeito (Globo), etc. MC Brenda Ligia está na lista das 10 melhores mestres de cerimônias do Brasil, via Super SIPAT. Contato: atendimento@castinglab.com.br

13 de junho de 2019

Brenda Ligia em 2019

Brenda Ligia, atriz (2019)
Foto: Iva Santanna
Brenda Ligia, atriz, foi dirigida por Laís Bodanzky, Wagner Moura, Fernando Meirelles, Amora Mautner. 
Estreias no cinema em 2019: “Dentes” (Globo Filmes), “Flores do Cárcere”, “Onde quer que você esteja”. 
Estreias na TV em 2019 (séries): “Hard” (HBO), “África da Sorte” (TV Brasil), “Pico da Neblina” (HBO Brasil). Está na série original da Netflix“Ninguém tá Olhando”, que estreia no segundo semestre. 
Atuou nas séries: “Assédio” (Rede Globo), “Sob Pressão” (Rede Globo), “A Mulher do Prefeito” (Rede Globo), “Beleza S/A” (GNT), “9mm SP” (FOX Channel), “Somos um só” (TV Cultura). 

Atriz 

(gratidão)


Brenda Ligia, atriz
Brenda Ligia Miguel é formada em Comunicação Social (curso superior de Publicidade) pela Faculdade Oswaldo Cruz, SP; fez curso técnico profissionalizante de Teatro no Teatro Escola Macunaíma/SP. 
Morou no Caribe (Trinidad & Tobago), onde ingressou no curso superior “Management Studies” da University of the West Indies (tem inglês fluente), e na Suíça, onde estudou Francês em Vevey. 
Brenda Ligia também é apresentadora, locutora poliglota, mestre de cerimônias e videomaker. 

Apresentadora 

Mestre de Cerimônias 


Em 2019 dirige série para TV “As Três Marias” (3 episódios de 26 minutos) e também o telefilme “Pratos de Resistência” (Janela Gestão de Projetos, PE). 
Assina roteiro, direção e montagem dos curtas "Aqui Jaz", pelo qual ganhou o prêmio “Melhor atriz de curta” no festival Cine PE 2017, e “Rabutaia”, documentário que ganhou prêmio especial do júri no Cine PE 2014. Os curtas autorais de Brenda Ligia tiveram estreias internacionais na Itália e Estados Unidos, respectivamente.

Blog 
Contato: brenda.ligia@hotmail.com 

Agência CastingLab (exclusividade para conteúdo)

Brenda em Francês 

Brenda em Inglês 

Sensacional Brenda Ligia (música do Clube do Balanço/ Marco Mattoli)

SOBRE A CAPA DE REVISTA
"Apenas 5% das capas tiveram mulheres negras”, afirma autora de livro sobre revistas femininas, Gabrielle Bittelbrun, mestre em Jornalismo e doutora em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina. 
Há uma evidente supremacia branca nas revistas ao longo do século 21. Falta diversidade nas principais publicações femininas do país. As únicas mulheres negras que aparecem nas capas de Claudia em 11 anos foram Camila Pitanga e Taís Araújo
É reforçado continuamente um padrão eurocêntrico que não corresponde à população brasileira, composta em 53% por pessoas negras.
As revistas femininas contribuem para invisibilizar na mídia um grupo que é maioria no país, reforçando a manutenção das desigualdades ao longo da história do Brasil. 
Além disso, nos poucos momentos em que as mulheres negras aparecem, os preconceitos que as atingem foram via frequente de legitimação para que ocupassem as páginas. Ou seja, é como se elas só pudessem estar nas páginas para falar dos preconceitos que sofrem, enquanto todas as outras abordagens, de comportamento, viagens, bem-estar, seriam ilustradas somente por mulheres brancas. 
Precisamos entender que o espaço da mídia é um espaço de destaque, de privilégio. Privar um grupo desses lugares é uma maneira de invisibilizá-lo, de privá-lo de um campo de visibilidade e de reconhecimento. O reforço aos estereótipos em nada contribui nesse sentido.
✊🏾🇧🇷❤️
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