Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz. Em 2018 estreia na série “Assédio” (Rede Globo), “África da Sorte” (TV Brasil), “Onde quer que você esteja” (longa), “Flores do Cárcere” (longa), “15 segundos” (longa), “Causa Mortis” (curta). Formada na Faculdade de Comunicação Social; curso técnico profissionalizante de Teatro (SP); curso superior na University of the West Indies (Trinidad & Tobago). 6 séries de TV (“Sob Pressão”/ Rede Globo; “A Mulher do Prefeito”/ Rede Globo); em cinema, 7 longas (“As Melhores Coisas do Mundo”/ Laís Bodanzky; “Bruna Surfistinha”); 10 curtas; 9 espetáculos teatrais; 10 campanhas (como apresentadora); 15 comerciais (publicidade, institucionais) e 8 videoclipes. Inglês fluente, francês avançado. Também diretora, roteirista e montadora de 5 curtas: “Aqui Jaz” (prêmio ‘melhor atriz de curta’ p/ Brenda Ligia no CinePE 2017), “Rabutaia”, entre outros. Contato: brenda.ligia@hotmail.com

20 de março de 2016

Campanha do Ministério Público do Trabalho

"O Trabalho Infantil não dignifica ninguém" -Campanha de combate ao Trabalho Infantil organizada pelo Ministério Público do Trabalho  (2016).


Lançamento da campanha de combate ao trabalho infantil
do Ministério Público do Trabalho/ Apresentadora: Brenda Ligia



Apresentadora: Brenda Ligia Miguel
Agência TagZag
Produtora: Canário Filmes










Até os 13 anos de idade o trabalho infantil é proibido pela Constituição Federal. Entre 14 e 15 anos, a participação em programas de aprendizagem profissional é admitida, desde que o jovem continue na escola. Já a partir dos 16 anos, o trabalho é permitido com carteira assinada e desde que não seja no período noturno, em função perigosa nem local insalubre. 
Para fazer denúncias, o cidadão pode ligar para o Disque #100 (Disque Denúncia) ou acessar o site do Ministério Público do Trabalho e clicar no ícone Coleta de Denúncias. 

"A inércia secular do Brasil diante do trabalho social só pode ser entendida quando considerada a força da mentalidade que albergava o trabalho infantil em seu seio como parte da natureza das coisas. Tal mentalidade manteve milhões de crianças e adolescentes ligados a atividades que, além de marginalizá-los de toda possibilidade de desenvolvimento físico, psíquico e espiritual, reproduziam todos os vícios de uma sociedade desigual, excludente, corrupta e antiética.
É notório que, em nossa cultura, encontram-se ainda arraigados alguns mitos ou falsos dogmas que são utilizados hipocritamente para se defender e tolerar o trabalho infantil, não obstante haja evidências inabaláveis da sua prejudicialidade e efeitos sociais e economicamente nefastos da sua existência".
Na íntegra: 

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