Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz. Estreias em 2017: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa da Macondo Filmes/SP); “Causa Mortis” (curta da LRJ Filmes/PE), “Sob Pressão” (série da Rede Globo/ direção: Andrucha Waddington) e “África da Sorte” (série da TV Brasil/direção: Renata Pinheiro). Brenda está nos longas "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura). Também é apresentadora e videomaker (roteiriza, dirige e monta curtas autorais). Protagonizou diversos comerciais e videoclipes musicais. Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. Foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida!”, de Ana Maria Gonçalves, no Auditório Ibirapuera (nov/16). É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

8 de dezembro de 2015

Diva ganhou o prêmio de Melhor filme pelo Voto Popular

DIVA - Curta Metragem ganhou o prêmio de melhor curta-metragem /Brasil no internacional MAC Horror Festival
Oba! Pelo voto popular, nosso DIVA - Curta Metragem ganhou o prêmio de melhor curta-metragem /Brasil no internacional MAC Horror Festival. Que beleza!

Depois de termos passado pelo Festival De Cinema De Triunfo (PE) e pelo Los Angeles CineFest (EUA), estamos no Festcine, que está acontecendo aqui no Recife.

Todos estão convidados para assistir nossa DIVA no Cinema São Luiz hoje, às 19h. Entrada gratuita; censura 14 anos.


MERDA!* 
*No teatro antigo, merda era utilizada na linguagem dos artistas de teatro para desejar boa-sorte antes da entrada em cena. A expressão nasceu da língua francesa, merde, provavelmente no século XIX, pelo fato de o público ter acesso à casa teatral por meio de carruagens a cavalos que, muitas vezes, amontoavam fezes em suas entradas. Com ironia, a expressão correlacionava o fato de haver "muita merda" na entrada do teatro ao desejo de se ter também "muita sorte" em cena.
Wikipedia

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