E daqui a pouco, às 23h, no FIZ TV (Top Doc), assistirei ao Da 25 de março a Oscar Freire, com Brenda Ligia (ui!). Chique, bem. hahaha!
Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro
- Brenda Ligia
- Brenda Ligia, atriz, atuou em 17 longas, 13 séries de TV e 10 espetáculos teatrais. Também é mestre de cerimônias, apresentadora, diretora e locutora trilíngue; fala inglês fluentemente e francês. 6 prêmios nacionais e internacionais de Melhor Atriz e Melhor Direcão. No CINEMA, atua em Lusco-Fusco, Amadeo, Cerrates Robin Hoods, Meu último desejo, Lispectorante, Cidade;Campo, Amado, Sangue Azul, Onde Quer Que Você Esteja, Todas as cores da noite, Bruna Surfistinha, Flores do Cárcere, As melhores coisas do mundo, Bom dia, eternidade, Dente por dente, Contra a parede. Na TELEVISÃO, atua na série Na Batalha (estreia em breve). Na TV Globo, atuou nas séries Sob Pressão, Assédio e na comédia A mulher do prefeito. Na HBO Max, está no k-drama Além do Guarda-roupa. Protagonizou episódio da série História de Preta. Participou das séries África da Sorte, Hard, Beleza S/A, Ninguém tá olhando, Somos um só, 9mmSP. É apresentadora da série Gol de Letra (estreia em breve). Contato: brenda.ligia@hotmail.com
28 de abril de 2009
Meu filme no FIZ TV
E daqui a pouco, às 23h, no FIZ TV (Top Doc), assistirei ao Da 25 de março a Oscar Freire, com Brenda Ligia (ui!). Chique, bem. hahaha!
27 de abril de 2009
VIAGEM DE NEGÓCIOS
16 de abril de 2009
Sensacional Brenda Ligia
http://www.myspace.com/clubedobalanco
ARQUIVO DO SAMBA ROCK
http://arquivodosambarock.blogspot.com/2009/04/clube-do-balanco-pela-contramao-release.html
Entre os muros da escola

Assisti. Gostei. Francês. Um pouco longo, mas muito bom. Bem real. Tem atores não-atores e tal. E os atores (mesmo) - o que é um "ator- mesmo"? - são incríveis.
Enfim. No filme tem um aluno chamado Souleymane (africano), que não escreve redação sobre si, devido a sua filosofia (ou ideologia?). Ele tem uma tatuagem no braço, e, em dado momento, quando incitado a falar sobre si publicamente, recusa, e usa sua tatuagem para explicar o porquê de calar.
Explica que carrega tatuado no braço um provérbio africano (tem gente que pesquisa provérbio africano!) que diz que deve-se calar quando a palavra a ser dita não supera a dignidade do silêncio. Lindo.
É mais ou menos isso. E é ótimo.
Por isso, hoje uso palavras de outros. De mim, imagens e silêncio...
"O nosso medo mais profundo não é sermos inadequados. O nosso medo mais profundo é de que somos poderosos além da conta. É a nossa luz, não a nossa escuridão, que nos amedronta.
Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser deslumbrante, talentoso e incrível? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Fazer um papel menor, nada acrescenta ao mundo. Não há nada de iluminador em encolher-se de tal modo que as pessoas não se sintam inseguras diante de você.
Nós nascemos para expressar a glória de Deus dentro de nós. E ao permitirmos que nossa luz brilhe, inconscientemente damos aos outros a permissão de fazer o mesmo."
Nelson Mandela

"Uéééé... uéééé... uéééé... glup glup glup... gorf. Zzzzz.... prrrrr! Uéééé ué uééé... glup glup glup... zzzzzz... prrrrf"
Paulo Henrique Meneses Miguel
7 de abril de 2009
NASCEU!!!
Te esperamos há 39 semanas, e agora você ainda prolonga um pouco mais. Ora, Paulo Henrique, meu caro lindo sobrinho recém-nacido: venha logo aqui pra fora, receber os beijos que te esperam. Os presentinhos e mimos. Venha conhecer seu bercinho, seu quartinho, a decoração e tudo mais. Tenho tanto pra contar, e cantar! Você vai ver tudo azul, só pra você!
O mundo é seu, Paulo Henrique, para além da transparência acrílica dessa Unidade de Terapia Intensiva. E é com esse pensamento, querendo te explicar sobre a vida e o mundo aqui fora, meu amado sobrinho, que abro o vão da estufa e canto pra você. Aquela canção da formiguinha da roça, que minha mãe costumava cantar para ninar. E você se agita todo; acho que não gosta.
Quanto estresse, não? Imagino que nascer não seja nada fácil! Gente desconhecida invadindo sua intimidade, abrindo sua casa à força, te puxando pra fora. Luz, barulho, desordem. Tudo tão diferente do lar, doce lar uterino, né? Ouvi dizer que você estava relutante na hora do parto; ficou com preguiça de sair. A titia te entende... deve ser uma delícia ficar no ofurô que é a placenta da sua mãe, enchendo a cara de líquido amniótico.
Mas, passado o susto, Paulinho, te digo: pode vir. Saia. Mame. Golfe. Fique sossegado. Todos vão cuidar de você. Não digo que o pior já passou (ah, os tropeços da vida!), mas garanto que todos faremos tudo que estiver ao nosso alcance (ou fora dele!) para que você tenha uma estadia deliciosamente satisfatória. E feliz.
Acaricio sua fina barriguinha, dou meu dedo (prévia e meticulosamente esterelizado) pra você segurar, e te assisto apaixonadamente, enquanto unha esse seu rostinho tenro de tal maneira inconsequente que só os bebês dominam. Te assisto, Paulo Henrique, te amo.
Você é o novo amor da vida da titia.
1 de abril de 2009
PROJETO 8 apresenta
23 de março de 2009
Um Assunto REAL
Tudo perfeito. Embarquei, com namorado e seus amigos (todos da tal "diretoria" do bloco), nesta aventura -em meio à natureza (amém)- que imaginei ser "mais um churrasco na vida dos seres humanos do planeta Terra". E tal foi minha surpresa... ao perceber que aquela não era uma casa comum, e sim um lar (com o perdão da pieguice).
Era tudo REAL. A anfitriã que nos acolheu tão bem era uma linda mãe, Sônia, com sorriso terno. Seu marido, Pato, alegre e sereno. E o filho do casal, ah, como gargalhava e brincava, aquela criança! E eles recebiam amigos, naquele sábado . Verdadeiros amigos verdadeiros (redundante, propositalmente). Eram amigos de longa data. Entre eles, cumplicidade. Harmonia. Lembranças. Histórias. VIDA. E eu. Conclusão: fomos os últimos a partir. Foi delicioso.
Ao voltar pra casa, a conversa conjugal no Fusca 68. Comentávamos o dia. Relembrávamos a beleza do lugar onde tínhamos passado grande parte daquele sábado agradavelmente nublado e divertido. Ríamos, citando piadas internas. E me lembro claramente de ter feito a seguinte afirmação (e só uma pessoa no mundo é testemunha disso, Eduardo):
"A pessoa mais bem-humorada do churrasco era a Thais" (claro que, neste ponto, não tinha idéia - OPS, IDEIA! -de que THAIS era com agá. E quisera eu não ter tido... não por estes meios).
Que seus amigos e familiares tirem forças (sabe-se lá de onde!) para suportar a dor, a saudade, a tristeza. Que a lembrança da sua alegria, simpatia, sorriso, grande caráter e personalidade forte sempre predomine... e que faça com que todos pulem, cantem e dancem em sua homenagem, no carnaval do ano que vem, quando o bloco Vai Quem Quer completará 30 anos. História e tradição. E a lembrança da Thais. Um ode à saudade vazia que a Thais deixou.
Pouco sei de toda essa história, de toda essa dor, de toda essa saudade. Não passo de uma tontinha que faz penteados novos. O que eles viveram, nunca viverei. E foi um prazer ter podido fazer parte de um fragmento de vida desta grande mulher, Thais Sauaya, que partiu deste mundo hoje à tarde, deixando um legado de coisas boas, realizações, doces lembranças, fortes risadas, livro publicado, árvore plantada... etc.
E agora, olho no relógio e vejo que são 4:04 da manhã. Desde que li as seguintes palavras num email, não consigo dormir.
"Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que sonha nossa vã filosofia" William Shakespeare
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(tanta coisa séria, real, verdadeira... e eu, tonta, postando "meu cabelo novo". Aff, que vergonha)
19 de março de 2009
9 de março de 2009
3 de março de 2009
COCA-COLA é ISSO AÍ (making of)
26 de fevereiro de 2009
Bloco Vai Quem Quer - Carnaval 2009
Simplesmente incrível... não dá pra expressar com palavras. Ainda bem que existe VÍDEO... pra isso, veja!
VALE MUITO!
12 de fevereiro de 2009
Prezada Solange Couto
Saí de casa praticamente "de mãos abanando": sem bolsa, carteira, nada. Apenas com aquele plastiquinho (ou plasticozinho!) do cartão de débito, sabe? Pois bem.
Na minha vila, tem o restaurante do Seu João, que faz comida caseira. E lá estava eu, hoje à tarde, antes de acontecer o ocorrido.
(agora, redobre a atenção, Solange Couto, pois se trata de raciocínio logicamente estatístico)
Lá comprei três coisas:
-minha marmita, com bastante beterraba, brócoles e carne vermelha, que é pra curar a tal da anemia que a doutora falou que eu tinha (MENTIRA DELA!)
-um picolé mega recheado de baunilha e com cobertura de chocolate crocante
-e um refrigerante caçulinha, pra presentear meu irmão que trabalha no banco da esquina.
Ah, mas pra quê! Foi dada a largada. Rumo à difícil missão de entrar no banco da esquina, caminhar 10 metros, entrar na sala do irmão bancário, deixar o refri caçulinha pra alegrar o dia dele, e sair pela mesma porta giratória que tanto cisma comigo, distribuindo sorrisos a todos os clientes transeuntes!
Resumindo a história (porque se deixar, rola resenha até umas horas, Solange...): o segurança não me deixou entrar, porque disse ser proibida a entrada de marmita, por causa do alumínio.
(proposta para o serviço de apoio ao cliente: providenciar lindas tupperwares coloridas para serem distribuídas à porta. Hã?)
Pediu para eu guardar minha humilde marmita suada no guarda-volumes da entrada. Voltei, abri o armário. Cadê a chave? Não tinha. Voltei pra giratória:
_Onde ficam as chaves, moço?
_Não é com chave, é com o cartão do banco.
Ou seja: eu não tinha um cartão daquele banco. Eu não estava ali pra investir, e sim para deixar o refri caçula pro meu irmão, quase caçula. Moral da história: "só os correntistas almoçam quentinhas".
(nossa, parece título de porno-chanchada, com o Nuno Leal Maia! hahaha)
Voltei pra tal da porta. Aí, nesse ponto, Solange, confesso que já estava começando a espumar. Pensei em você na hora, juro! (JURA!) Fiquei plantada na entrada, disposta a não sair. Barack Obama veio à minha mente, também. YES, WE CAN! Ah, nunca estive tão anárquica! Solange, querida, você nos libertou a todas nós!
Enfim: me pus de um jeito que a fila de gente que esperava pra SAIR do banco não conseguiria se mover, a não ser que eu entrasse. Essa era minha estratégia: vencer o adversário tendo-o sob pressão social! hahaha (risada maligna, de bruxa). Dois clientes na fila pra sair.
Então o segurança pediu para eu pendurar a sacola-marmita na alça da porta giratória. Ah, que saco... de novo, esse papo? A gente já sabe que são ELES que apertam o botão pra bloquear a gente. Sim, porque passou no Fantástico. Resolvi obedecer, mesmo assim... mas... a alça da sacola não passava pelo (cabeção do) sorvete! Oh céus! E o picolé já estava sem embalagem, logo, não podia ser confiado à qualquer superfície insalubre, ora bolas! O que eu faria? Hã?
Enquanto eu pensava, ninguém saía. O sorvete ia começando a derreter. A baunilha ali, querendo pingar. E a casquinha crocante prestes a cair. A situação ia ficando grave, tensa... mais duas clientes na fila pra sair. E eu simplesmente não arredaria o pé de lá!
ENTREI! (matrix)
(mas juro, JURA... não entendi até agora a lógica do segurança: quer dizer que não é permitida a entrada de marmitex, a não ser que venha pendurado na própria porta giratória??? Hein?!)
Andei até a sala do meu irmão, e seu colega de trabalho disse, ao me ver:
_O Arthur não está... horário de almoço.
FIM.
PS1.: No final das contas, Solange, foi até bom não ter ficado de calcinha, hoje, na agência da vila. Porque a depilação tá marcada é pra sexta; amanhã! Sou louca mas não rasgo dinheiro. hahaPS2.: E outra: ainda bem que meu irmão não estava no banco. Senão, imagine a vergonha, tadinho do bichinho... sangue do seu sangue dando chilique na porta do trabalho, aff! Quem merece?
PS3.: E, no fundo, no fundo, eu sei que não deveria reclamar pela fiscalização ser severa... afinal, se EU tenho dificuldades de entrar com o alumínio de uma quentinha suada, imagine então o bandido que tentar entrar com um três oitão... cruz-em-credo! Ou seja: meu irmão está seguro. (pensamento à La Gasparetto, adooooro!)
10 de fevereiro de 2009
O importante é fazer a diferença!
EU QUE FIZ!!!
9 de fevereiro de 2009
tópico para AUTO-AJUDA
Minha vivência pessoal sobre o filme DEEP SEA: me diverti bastante -valeu, Gábi!- mas achei o filme curtíssimo. A experiência é muito mais sensorial do que propriamente "assistir a um filme no cinema". Quando devorei alguns blocos de Diamante Negro (ou "Diamante Afro-Descendente", como diriam alguns "etnicamente corretos", hahaha!) e afrouxei a alça do meu frente-única (ai, como pesa!), surgiram os créditos na telona. Hã? Acabou. Era isso, mesmo. Acordaram as crianças. Nos levantamos. Todos com a parte superior do nariz marcada pelo acrílico. Dói!
Na hora do Batman, melhor comprar ingresso bem pro meio da sala, pois nos sentamos muito à frente. De qualquer forma, valeu! Foi o melhor que o domingo chuvoso, em família, poderia proporcionar. Obrigada!
TRABALHO: vídeo novo (FICTV Mais Cultura)
Diretor: Ricardo Pompeu (Ludo)
EDITAL FICTV - Mais Cultura *TV Brasil, Amigos da Cinemateca, Ministério da Cultura*
O Edital de Seleção Pública FICTV/Mais Cultura é voltado para projetos de produção de minisséries, com 13 episódios de 26 minutos de duração cada, que proponham uma visão original sobre a juventude brasileira das classes C, D e E. As minisséries serão exibidas nas emissoras da Rede Pública de Televisão.
Na primeira, de Desenvolvimento de Projeto Técnico de Realização de Minissérie, serão selecionados até oito projetos, que receberão R$ 250 mil, cada um, para executar o plano de desenvolvimento do projeto da minissérie, que inclui a produção do episódio piloto. Os pilotos serão exibidos nas emissoras públicas de televisão, e serão submetidos a uma análise de performance.
Este vídeo na íntegra no site:
http://fictv.cultura.gov.br/
COMERCIAL DE TV -LOJAS ESKALA
CINEMA (CURTAS)- VIDEOBOOK
TV- NOSSA CAIXA
COMERCIAL DE TV - NEXTEL
ESQUETE DE COMÉDIA - TEATRO
COMÉDIA
TV- CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
TV - NESTLÉ (e ROBERTO CARLOS)
MTV - VINHETA (trilogia - EXERCÍCIO DE LEVITAÇÃO)
HUMOR- VOVÓ E PAULINHO
VIDEOCLIPE DO MUNDO LIVRE SA
TV BRASIL - 25 E OSCAR FREIRE
MONÓLOGO - RNAB
poesia
A fúria da natureza é a única certeza
Destelha casas, almas, fortunas
Esbugalha olhos, varre tudo
Deixa limpo o imundo; move o mundo
A chuva levou minha mágoa pelo ar
Minha água regou, fez a noite clarear
(essas palavras brotam soltas, estreitas, tal qual Drummond
É a retórica da minh'alma imperfeita, não importando se é ruim ou bom)
E a chuva me trouxe a poesia; a solidão, a vida, a alegria
"Fique seguro, meu amor, meu querido; Só confie no meu sexto sentido
Sei que alagou toda a marginal; Pinheiros, Tietê, Mofarrej e a Radial
O bueiro tá entupido, amor; é um lixão
Pós-tempestade tem calmaria, e dias melhores virão
Basta a gente acreditar, amor, é só querer
Nesta vida, a chuva mostra que o amor vai florescer"
(inspirado na frase de Cyro Bittencourt -"O AMOR MOVE TUDO")
7 de fevereiro de 2009
A FESTA
Entrei, juntamente com meus amigos-sobrinhos Dora, de 2 anos, e Theo, que tem 3. E claro, com a mãe deles (minha cunhada Gabi Quiamo). Seus olhinhos pequenos olhavam o novo... olha, quanto balão! Tinha bexiga em formato de coração! (você já viu?)
A mãe da aniversariante veio nos recepcionar; uma fofa, ela. E lá estava sua filha... a princesa Bia. Linda de viver: com um vestido longo, rodado, rosa choque (não provoque!), todo trabalhado em cetim e detalhes coloridos, manguinha bufante, babados e tules; Bia tinha minha cor preferida, o lilás, coroando a cabeça. E no topo da coroa, uma pedra escarlate que, certamente, tinha superpoderes! - (coisa que só quem é princesa tem). Ah, claro: e também longas tranças. Duas. Não, não era Rapunzel.
E Bia, felicíssima, rodopiava. E sorria. E mandava. E comia. E bebia suco. E falava. Era realmente uma princesa (putz grila... qual era mesmo o nome da princesa? É uma dessas princesas novas, que não são da minha época... será que é da Disney?). E afinal, é mesmo a Disney (ou melhor, O Disney!) que inventa princesas? Se não, quem é? Na minha época só existia a Branca de Neve, Cinderela e Rapunzel. Hoje em dia tem Jasmine, Mulan e Ariel.
Dora, Theo, Luísa e Helena se esbaldavam no grande pote de confeitos de chocolate La Vie En Douce, ali, disponível sobre a mesa de bolo e doces, quando, de repente... muvuca no jardim do salão de festas. O que seria? Fomos nos aproximando, e... coelhinhos! Ali, dentro do cestinho. Dois. Os focinhos tremendo de nervoso. E a criançada toda em volta. Querendo pegar. Querendo passar a mão. Querendo levar pra casa pra brincar. Ali do lado, na gaiola, duas pombinhas coloridas (uma azul e outra rosa -menino e menina?).
E a festa estava ótima. Crianças lindas, saudáveis, felizes! Dava gosto vê-los brincando no parquinho (sim, tinha parquinho de grama bem tratada, sem tufo de terra). Gangorra, balanço, trepa-trepa, escorregador... que festa!
Ali à frente, um salão de brinquedos! Ah... era demais! Lá dentro, vários carrinhos (sabe?, daqueles grandões, pra criança sentar e sair pedalando para dirigir) para todos os gostos e tamanhos (claro que tinha um rosa; de princesa!). E motocas. E jogos. E uma cabaninha camuflada, do Gugu. E uma caixa cheia de "pormenores"... afinal, só um menino sabe o verdadeiro valor de um bonequinho do homem-aranha de 5cm! (deve ser equivalente a uma barra de ouro de 5kg e 18k)
No salão de brinquedos (quase um paraíso!) me sentei com meus amiguinhos Dora e Theo. Nos divertimos bastante. Theo ao pianinho em forma de sapo, Dora na voz... um sucesso. O salão parou para ouvi-los em sua performance. Quer dizer, só as babás pararam. Pois as outras crianças brincavam, ocupadas.
Eu sentia os olhares das babás esquentando minha nuca. Todas de branco, em pé no salão, com os cabelos alinhados num coque atrás da cabeça. Clean. Mas clean até demais, sabe? Sim, porque acho que a criança quer (e gosta, precisa de) alguém que se jogue no chão com ela. E brinque. E não tenha medo de sujar a calça branca. E cante. E ajude a levantar depois da queda (ah, tinha uma mini cama-elástica; fez o maior sucesso!).
As nannies me olhavam e não sabiam ao certo o que eu era... o que estava fazendo ali. Por que estava de azul marinho, e não de branco, como diz a regra (regra de quem? Só de suas patroas, mesmo! Alô-Alô, patroa: babá boa não usa branco!). Acho que pensavam no porquê de eu estar me divertindo de verdade, ali com os pequenos. Seria meu salário beeem mais alto que o delas? Sim, pois ali todas estavam trabalhando. Eu, não.
E nos divertimos muito, foi ótimo. Crianças são as melhores companhias que alguém pode querer. São os seres mais puros e desprovidos de interesse. Vinde a mim as criancinhas, amém.
Hora de entrar no salão: o teatrinho ia começar, O-BA! Montaram tudo. Um painel, cenário lindo... de fadas e princesas! As pombinhas coloridas participavam da encenação. Vieram cachorrinhos poodles adestrados, de sainha (uma rosa, outra azul, claro).
Quem fez essa animação foi a Caramelo Festas, que, segundo a tradição familiar, tinha feito a festa de 4 anos da mãe Carole (que estava também vestida de princesa, com mais pinta de rainha, linda de viver!), e anos depois, naquele dia, fazia também a da filha. E a Caramelo abriu um saco de fantasias e convocou todas as princesas e príncipes que estavam ali, adormecidos dentro de cada criança. Meninas e meninos avançaram. Mães e babás ajudavam a vesti-los. Logo, a festa parecia um reino encantado! Lindo de se ver. Lúdico. Belo. Simples!
Eis que uma cabeça de dragão apareceu no topo do castelo cênico. Os príncipes, sob comando, ergueram suas espadas contra o feroz animal, para salvar as princesas (acho que era isso, não sei direito... porque nessa hora a Dora quis passear lá fora, e eu a seguia, à espreita). Ela só voltou à cena na hora do ápice, o clímax geral: Cocoricó em fantoche! Alegria GE-RAL. A galinha Lilica e o cavalo Alípio foram os mais aclamados. Algo assim, equivalente a ser aplaudido de pé, por uma multidão extasiada...
Resumindo: palmas, parabéns, mais palmas, bolo, doce, lembrancinha, despedida, chuvinha fina... Partimos, felizes, repletos, com a alma lavada pela garoa de fim de tarde de quinta-feira. Acho que a Dora, o Theo, e talvez até mesmo a Bia poderão lembrar desse dia por alguns anos, sempre que olharem as fotos tiradas. Mas quanto a mim, nunca esquecerei essa festa. De tão linda que foi.
CULPADA!
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Faltei na minha própria festa de aniversário. Quer dizer, até fui até a porta. Mas era tarde demais; meus convidados tinham ido embora. Então fui embora com meu namorado. Tomamos uma cerveja no Empanadas e depois fomos pra casa dele.
PS.: Tenho um histórico... de ausência na minha própria festa de aniversário. E agora todo mundo me odeia por isso
PORQUE FALTEI.
24 de janeiro de 2009
APRESENTADORA

MAKING OF - GRAVAÇÃO DO VÍDEO (EDITAL FICTV -MINISTÉRIO DA CULTURA)
APRESENTADORES: BRENDA LIGIA & DANILO SACRAMENTO
LUDO PRODUÇÕES - DIR.: RICARDO POMPEU
O Edital de Seleção Pública FICTV/Mais Cultura é voltado para projetos de produção de minisséries, com 13 episódios de 26 minutos de duração cada, que proponham uma visão original sobre a juventude brasileira das classes C, D e E. As minisséries serão exibidas nas emissoras da Rede Pública de Televisão.
Os projetos serão selecionados por Comissão de Avaliação formada por especialistas em teledramaturgia e produção audiovisual indicados pelo Ministério da Cultura. O processo de seleção será realizado em duas etapas.
Na primeira, de Desenvolvimento de Projeto Técnico de Realização de Minissérie, serão selecionados até oito projetos, que receberão R$ 250 mil, cada um, para executar o plano de desenvolvimento do projeto da minissérie, que inclui a produção do episódio piloto. Os pilotos serão exibidos nas emissoras públicas de televisão, e serão submetidos a uma análise de performance.
Na segunda etapa, de Produção de Minissérie, serão selecionados até três projetos técnicos, dentre os oito pré-selecionados na primeira fase, considerando-se o relatório de performance dos pilotos exibidos e o respectivo projeto de produção da minissérie. Cada projeto premiado receberá aporte total de recursos financeiros no valor de R$ 2,6 milhões para produzir a minissérie com 13 episódios.
As inscrições poderão ser feitas a partir de 16 de dezembro de 2008 até 15 de março de 2009.
http://fictv.cultura.gov.br/
20 de janeiro de 2009
Por que não doei sangue aos crentes da Renascer
Cheguei, peguei o elevador, desci. Mostrei o RG, fui encaminhada pra cantina, tomei o suquinho de laranja. Peguei a senha, medi a pressão, doei gotinha de sangue pro teste da anemia. E todo mundo foi chamado. Menos eu. Glup!
Esperei. E de novo, chamaram em voz alta: "Brenda Ligia". E fui. E me picaram de novo, ali, mesmo, em pé no balcão. Tudo na maior higiene; sigilo total. Sei. E esperei... Na TV, Ana Maria Braga (!!!) tentava animar esse Brasilzão-véi-sem-portêra. Terrível. A espera também. Longa. Até que a doutora despontou no corredor; com um envelope branco nas mãos, anunciou: "Brenda Ligia".
Glup. Levantei. Sem nem saber o que pensar. Tendo culpa ou não, GLUP. Porque todos os outros doadores viram sua senha no painel e se dirigiram ao guichê em questão; menos eu. Porque ali estava a doutora, me esperando, de pé no corredor... GLUP!
Fomos ao consultório, e aquele envelope me passava a impressão de estar incrivelmente pesado... sentei, e ela começou, me soando bem mais cruel que o necessário:
"Brenda Ligia, IN-FE-LIZ-MEN-TE, sinto MUITO lhe informar, que você não poderá doar sangue hoje porque, de acordo com o resultado do seu exame, foi encontrada uma taxa muita baixa de ferro no sangue da senhora. A taxa de ferro para doação é 38, e você tem 32 de ferro no sangue. E 31 já é anemia. Precisa comer feijão todo dia; cozido com pregos novos e bem lavados. E couve, espinafre, beterraba, carne vermelha. Nada de cereais, chás, café, refrigerantes".
Ok... então, vamos lá. Se chama Anemia Ferropriva. O tempo de tratamento é determinado pelo médico mas nunca deve ser inferior a 90-120 dias pois este é o tempo necessário para completa substituição das hemácias circulantes no organismo. E vamos lá! Hoje já mandei pra dentro uma pratada de feijão e espinafre (mais de 2 conchas cheias). E sulfato ferroso. E frutas. E salve, salve!
E EU QUE NÃO ME SENTO NO TRONO DE UM APARTAMENTO COM A BOCA ESCANCARADA, CHEIA DE DENTES, ESPERANDO A MORTE CHEGAR...
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