Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz de cinema, está em "Todas as Cores da Noite" (Pedro Severien), "As Melhores Coisas do Mundo" (Laís Bodanzky), "Sangue Azul" (Lírio Ferreira), "Bruna Surfistinha" (Marcus Baldini), e outros. Atuou nas séries de televisão "A Mulher do Prefeito" (Rede Globo), "Beleza S/A" (GNT), "9mm SP" (Fox), "Somos Um Só" (TV Cultura), diversos comerciais e videoclipes musicais. Também é apresentadora e videomaker (roteiriza, dirige, atua e monta os próprios filmes). Estudou no Teatro Escola Macunaíma/SP; atuou em comédias, musicais, infantis e dramas. É formada em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz/SP, cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Estreia em 2017: série de TV "África da Sorte" (TV Brasil) e curta-metragem "Causa Mortis", de Luiz Rodrigues. CONTATO (cinema, televisão e teatro): brenda.ligia@hotmail.com

30 de julho de 2014

"Sangue Azul" premiado no Festival de Paulínia

Nosso longa-metragem "Sangue Azul" (de Lírio Ferreira) ganhou dois prêmios no Paulínia Film Festival: Melhor Fotografia (Mauro Pinheiro Jr) e Melhor Figurino (Juliana Prysthon). 
Atores Matheus Nachtergaele (Gaetan) e Brenda Ligia (Jandira) em cena do filme "Sangue Azul", do cineasta Lírio Ferreira
"Ele busca sempre o ângulo inusitado, o plano original, o movimento de câmera poético. Tem gosto pela linguagem cinematográfica e a conhece. Não basta narrar uma história de maneira competente; é preciso fazê-lo com arte e graça. Com ginga." 
-Luiz Zanin, do Estadão, sobre o cineasta Lirio Ferreira.

27 de julho de 2014

Brenda Ligia em "A História de Mim"


Brenda Ligia em "A História de Mim" (Jornal do Commercio). Imagens: Igo Bione. Reportagem: Fabiana Moraes.
E também no jornal impresso de hoje.
Brenda Ligia em "A História de Mim" (Jornal do Commercio)

23 de julho de 2014

Sangue Azul estreia no Festival de Cinema de Paulínia

Eu nunca tinha mergulhado em Fernando de Noronha até o momento em que fui convidada pelo cineasta Lírio Ferreira para atuar em seu novo longa-metragem “Sangue Azul” (inédito), que estreia no cinema esta semana, competindo no Paulínia Film Festival.
Foi uma experiência intensa. Recomendo aos corajosos, mas não me chamem! Confesso: temi por um eventual piripaque subaquático. Ao mesmo tempo, foi um lindo e inesquecível espetáculo. À época, registrei as seguintes impressões, completamente narcosada com a embriaguez das profundezas...
Mergulho em Fernando de Noronha (Brenda Ligia e Márcio Lisboa)
“Era dezembro e fazia sol na ilha tropical. Borboletas ventavam no estômago da mulher, que, sem pensar, pulou. Com tudo, se jogou. Pesada, afundou.

Primeiro, os pés. Pouco seguros.

Daí, o corpo. Com a alma toda lá dentro, jorrando líquida, quase eufórica.

Por fim, a cabeça. Gorda, faminta de vontades e medos. Pensa.

Eu, surto. Ela, Mente.

Respirei ar seco, bolhas e dúvidas. A luz superior ofuscou minha falsa coragem. Então, enxerguei as algas todas, leves, dançando valsa úmida ao balanço das águas... bonito espetáculo, o fundo do mar!

Meu quase-livre-arbítrio sorriu por dentro. Olhei o peixe das cores mais belas do mundo, os corais formando núcleos de poesia, as tartarugas majestosas que desfilavam sua pompa... encanto, pureza e magia. Tudo era vida!

Quando notei que naquele mundo azul reinava a harmonia suprema, me senti tão grata e viva que até me afoguei em paz. Aí sim, valeu.”

Por Lenda Brígia ou Brenda Ligia

Sexta-feira, dia 25 de julho de 2014: estreia de “Sangue Azul” no Festival de Cinema de Paulínia.

22 de julho de 2014

Antes que eu morra

“Ninguém lê um livro. Lê-se através dos livros”.
Antes que eu morra, de Luis Erlanger
É fascinante notar o quão criativas são algumas pessoas. Acabei de devorar o vaporoso “Antes que eu morra”, de Luis Erlanger: para maiores de 16, por conter sexo, drogas e violência. Mas não só. Tem, também, experiência, linguagem, escândalo, frenesi, suspense, ritmo, política. Pra mim, um “livro-filme”, se é que o termo existe. Road-book pode?

O protagonista sem nome tem caráter único: ame ou odeie este egocêntrico ser que não tem umbigo, especialista em generalidades, que tergiversa o quanto lhe convém, divagando, no divã de análise, por páginas e páginas, como em tempo real. Às vezes não se entende o que quer dizer, afinal, ninguém saca tudo, o tempo todo, com maestria, seja nas neuras da psicanálise ou nas da vida, mesmo.

A ideia central do livro é incrível. O primor do título se encaixa perfeitamente à feroz habilidade de contar histórias viscerais com verdade e paixão. Em “Antes que eu morra”, Erlanger nos provoca o tempo todo: “será isso verdade?”

Confesso que investiguei, via ferramenta de busca, desde histórias de músicas como “Otis Regrets” até paranoias de sobrevivente às pragas mundanas.
Em um dos capítulos, tentando ser discreta, me peguei fazendo a experiência de pressionar as pálpebras, de olhos fechados contra a luz, para ver as imagens daquelas estrelinhas que aparecem pra gente na escuridão do olhar, como num passe de mágica visual. Coisa que todo mundo conhece, mas ninguém teve ideia de escrever.
 Gostei bastante desta fértil viagem com volta, rumo ao intelecto. Obrigada, Sr. Erlanger... detetive da alma.

Da minha vida, apenas agradeço ao meu pai por ter morrido cedo o suficiente para eu não precisar matá-lo, e à minha mãe, por ter vivido o bastante para perder a vontade de comê-la”. (L.E.)

PS.: Agora quero ler “Quarto de Despejo” (Carolina de Jesus) e/ou “Ponciá Vicêncio” (Conceição Evaristo). Tô caçando, mas não encontro. Alguém tem pra emprestar? Garanto devolução certeira em até 10 dias, sem despesas para o fornecedor, c/ frete para São Paulo e minha gratidão eterna. Quem ajuda? Muito obrigada.

19 de julho de 2014

Apenas um momento

Hoje é dia de pegar resultado de ultrassom no laboratório: justo sexta, o pior trânsito. Aí resolvi contratar um motoboy, que veio rápido, apressado. O jovem rapaz, negro franzino, tirou o capacete, pegou os dados todos, e, quando cruzava o portão do prédio para seguir seu destino, falei:
“Ó, lá fecha às 18h, mas, se não der tempo, não precisa ficar aperreado, desesperado, correndo feito doido nessa moto, tá?”
Ele, estático, ouvia.
“Sua vida vale muito mais que '30 reais ida e volta', rapaz... não se esqueça disto”.
Percebi que seus olhos, úmidos, voaram longe, perdidos n’alguma lembrança. Com voz embargada, respondeu:
“Dona Brenda, 'vou te contar uma coisa' pra senhora... se minha mãe perder dois filhos em uma semana, ela é que morre”.

Silêncio.
Vazio.
Começou a chover.
Virou as costas e saiu carregando sua história e suas dores no baú da empresa.
E eu, aqui, envolta na minha felicidade fácil... sei que não faltam lágrimas pras grandes tragédias do mundo, mas... AH!, as individuais também me tocam tão fundo!

17 de julho de 2014

Estreia Internacional do meu novo filme

Ah! Meu novo curta-metragem "Ah!" (Direção, Roteiro e Edição: Brenda Ligia, no qual também atuo) foi selecionado para um festival de cinema e terá estreia internacional no Feria Internacional de Cine de Manizales FICMA, que acontece na Colômbia, de 29 de julho a 2 de agosto. 

Este filme é baseado na música "Ah!" da banda os poETs (Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin e Ronald Augusto; valeu, meninos!). O diretor de fotografia é meu parceiro na vida e na arte, Marcelo Pinheiro.

O FICMA está em sua 5ª edição, acumula público de mais de 4 mil pessoas, e sua seleção oficial da Mostra Internacional tem filmes (longas e curtas) do Japão, França, Rússia, Itália, Espanha, Cuba, Índia, Suíça, Alemanha, Brasil... entre outros.

Ou seja: tô feliz e rindo à tôa!  

Link da seleção oficial: http://www.ficma.co/info/seleccion-oficial/ 

Ah! (obrigada)

10 de julho de 2014

Meu coração de pedra-pomes

Meu Coração de Pedra-Pomes (Juliana Frank).
Mudando de pato pra ganso (não os jogadores, mas a expressão): você sabe o que é trabalhar todos os dias esfregando a imundície do chão de um hospital? E ser considerada louca por Deus e o mundo, vivendo sua própria realidade inventada? Prestando serviços escusos aos pacientes, fazendo macumba nas horas vagas, sonhando com um amor de mentira e colecionando coisas bizarras?

Então… a personagem deste livro, "Meu coração de pedra-pomes", sabe. Foi criada por esta jovem moça escritora, Juliana Frank, que incomoda muita gente com sua escrita ousada e original. Eu gosto. Indico. Parabéns, Juliana… mexeu comigo, entre gargalhadas e repulsas, entrei na sua loucura sã. Obrigada!
Agora, voltemos às notícias da Copa.

"É triste quando temos nossa própria vida pra cuidar e perdemos a dos outros". (pág. 60)

9 de julho de 2014

3 de julho de 2014

Sangue Azul estreia no Festival de Cinema

Brenda Ligia (Jandira) em "Sangue Azul"


Oba, tô feliz: nosso filme "Sangue Azul" vai ter estreia no cinema! 


Fomos selecionados (entre mais de 70 títulos) pro Festival de Cinema de Paulínia (SP), um dos mais importantes do país, que acontecerá no fim do mês de julho (imagina, depois da copa).



Matheus Nachtergaele (Gaetan) e Brenda Ligia (Jandira)











O longa-metragem do mestre pernambucano Lirio Ferreira concorre, entre outros 8 filmes (do RJ, RS e SP), a prêmios que totalizam mais de R$700.000,00.

Daniel de Oliveira (Zolah) e Brenda Ligia (Jandira)
"Sangue Azul" foi rodado no paraíso Fernando de Noronha; tem, no elenco, estrelas como Daniel de Oliveira, Matheus Nachtergaele, Milhem Cortaz, Sandra Corveloni, Paulo Cesar Peréio, Ruy Guerra... e Brenda Ligia
Elenco e equipe em dia de folga (Fernando de Noronha)